Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Reflexão
“Nada te perturbe, nada te assuste, tudo passa. Deus nunca muda. A paciência tudo alcança. Quem a Deus tem, nada lhe falta. Só Deus basta!” Santa Tereza d’Avila
Símbolos da JMJ são acolhidos por mais de 100 mil em São Paulo
“Queridos jovens sintam-se todos convidados a participar deste grande evento de peregrinação que está movimentando a Igreja e o Brasil inteiro. Lembrem-se, vocês são os protagonistas desta bonita festa que é o símbolo maior de nossa fé. Bem-vindos à Jornada Mundial da Juventude”.
Com essas palavras o núncio apostólico no Brasil, dom Lorenzo Baldisseri, convidou os mais de 100 mil que lotaram o Campo de Marte (SP), para assistir as atrações musicais e participar da missa de acolhida da Cruz e Ícone de Nossa Senhora, da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que chegou ontem, 18, em São Paulo para sua peregrinação de dois anos pelas dioceses do país.
O evento, intitulado Bote Fé, aconteceu das 9h às 21h, contou com a presença de cardeis, arcebispos, bispos, padres, representantes do Governo Federal, Estadual e Municipal, de paróquias, comunidades, grupos de jovens, além de 1100 voluntários de apoio e centenas de ministros extraordinários da comunhão.
O núncio apostólico no Brasil, dom Lorenzo Baldisseri, explicou que a Cruz não é um simples objeto de madeira, mas “Cristo que passa”. Ele também destacou o ardor missionário que deve caracterizar a peregrinação. “Nosso redentor nos chama a uma nova aurora de fidelidade à missão que temos recebido de difundir a fé pelos quatro cantos da nossa querida nação brasileira. Por isso, não guarde a felicidade de Cristo apenas para você, comunique aos outros a alegria de nosso Pai. O mundo necessita do testemunho de Deus. Penso que a presença de todos aqui, nesse momento, é a prova maravilhosa da fecundidade do mandato de Cristo à Igreja”, disse dom Lorenzo.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
15 de Setembro dia de Nossa Senhora das Dores
DEVOÇÃO A NOSSA SENHORA DAS DORES
Foi o Papa Pio X que fixou a data definitiva de 15 de Setembro, conservada no novo calendário litúrgico, que mudou o título da festa, reduzida a simples memória: não mais Sete Dores de Maria, mas menos especificadamente e mais oportunamente: Virgem Maria Dolorosa. Com este título nós honramos a dor de Maria aceita na redenção mediante a cruz. É junto à Cruz que a Mãe de Jesus crucificado torna-se a Mãe do corpo místico nascido da Cruz, isto é, nós somos nascidos, enquanto cristãos, do mútuo amor sacrifical e sofredor de Jesus e Maria. Eis porque hoje se oferece à nossa devota e afetuosa meditação a dor de Maria. Mãe de Deus e nossa.
A devoção, que precede a celebração litúrgica, fixou simbolicamente as sete dores da Co-redentora, correspondentes a outros tantos episódios narrados pelo Evangelho: a profecia do velho Simeão, a fuga para o Egito, a perda de Jesus aos doze anos durante a peregrinação à Cidade Santa, o caminho de Jesus para o Gólgata, a crucificação, a Deposição da cruz, a sepultura, portanto, somos convidados hoje a meditar estes episódios mais importantes que os evangelhos nos apresentam sobre a participação de Maria na paixão, morte e ressurreição de Jesus.
Vamos nós, cristãos, pedir auxílio à Rainha dos Mártires, para que nos mantenha afastados do pecado, e nos dê força, auxílio e paciência para levarmos a nossa Cruz.
As Promessas aos devotos de Nossa Senhora das Dores
Santa Brígida diz-nos, nas suas revelações aprovadas pela Igreja Católica, que Nossa Senhora lhe prometeu conceder sete graças a quem rezar cada dia, sete Ave-Marias em honra de suas principais "Sete dores" e Lágrimas, meditando sobre as mesmas.
Eis as promessas:
1ª - Porei a paz em suas famílias.
2ª - Serão iluminados sobre os Divinos Mistérios.
3ª - Consolá-los-ei em suas penas e acompanhá-los-ei nos seus trabalhos.
4ª - Conceder-lhes-ei tudo o que me pedirem, contanto que não se oponha à vontade de meu adorável Divino Filho e à santificação de suas almas.
5ª - Defendê-los-ei nos combates espirituais contra o inimigo infernal e protegê-los-ei em todos os instantes da vida.
6ª - Assistir-lhes-ei visivelmente no momento da morte e verão o rosto de Sua Mãe Santíssima.
7ª - Obtive de Meu Filho que, os que propagarem esta devoção (às minhas Lágrimas e Dores) sejam transladados desta vida terrena à felicidade eterna, diretamente, pois ser-lhe-ão apagados todos os seus pecados e o Meu filho e Eu seremos a sua eterna consolação e alegria.
Santo Afonso Ligório nos diz que Nosso Senhor Jesus Cristo prometeu, aos devotos de Nossa Senhora das Dores as seguintes graças:
Eis as Graças:
1ª – Que aquele devoto que invocar a divina Mãe pelos merecimentos de suas dores merecerá fazer antes de sua morte, verdadeira penitência de todos os seus pecados.
2ª - Nosso Senhor Jesus Cristo imprimirá nos seus corações a memória de Sua Paixão dando-lhes depois um competente prêmio no Céu.
3ª - Jesus Cristo guardá-los-á em todas as tribulações em que se acharem, especialmente na hora da morte.
4ª - Por fim os deixará nas mãos de sua Mãe para que deles disponha a seu agrado, e lhes obtenha todos e quaisquer favores.
3ª - Jesus Cristo guardá-los-á em todas as tribulações em que se acharem, especialmente na hora da morte.
4ª - Por fim os deixará nas mãos de sua Mãe para que deles disponha a seu agrado, e lhes obtenha todos e quaisquer favores.
O TERÇO DAS SETE DORES
DA VIRGEM MARIA.
DA VIRGEM MARIA.
Início:
D- Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
R- Amém!
D- Nós vos louvamos, Senhor, e vos bendizemos!
R- Porque associastes a Virgem Maria à obra da salvação.
D- Nós contemplamos vossas Dores, ó mãe de Deus!
R- E vos seguimos no caminho da fé!
R- Amém!
D- Nós vos louvamos, Senhor, e vos bendizemos!
R- Porque associastes a Virgem Maria à obra da salvação.
D- Nós contemplamos vossas Dores, ó mãe de Deus!
R- E vos seguimos no caminho da fé!
Oração Inicial:
Virgem Dolorosíssima, seríamos ingratos se não nos esforçássemos em promover a memória e o culto de vossas Dores particulares graças para uma sincera penitência, oportunos auxílios e socorros em todas as necessidades e perigos. Alcançai-nos Senhora, de Vosso Divino Filho, pelos mérito de Vossas Dores e lágrimas, a graça...(pedir a graça)
1ª Dor - Profecia de Simeão
Simeão os abençoou e disse a Maria, sua mãe: Eis que este menino está destinado a ser ocasião de queda e elevação de muitos em Israel e sinal de contradição. Quanto a ti, uma espada te transpassará a alma (Lc 2,34-35).
1 Pai Nosso; 7 Ave Marias
2ª Dor - Fuga para o Egito
O anjo do Senhor apareceu em sonho a José e disse: Levanta, toma o menino e a mãe, foge para o Egito e fica lá até que te avise. Pois Herodes vai procurar o menino para matá-lo. Levantando-se, José tomou o menino e a mãe, e partiu para o Egito (Mt 2,13-14).
1 Pai Nosso; 7 Ave Marias
3ª Dor - Maria procura Jesus em Jerusalém
Acabados os dias da festa da Páscoa, quando voltaram, o menino Jesus ficou em Jerusalém, sem que os pais o percebessem. Pensando que estivesse na caravana, andaram o caminho de um dia e o procuraram entre parentes e conhecidos. E, não o achando, voltaram a Jerusalém à procura dele (Lc 2,43b-45).
1 Pai Nosso; 7 Ave Marias
4ª Dor - Jesus encontra a Sua Mãe no caminho do Calvário
Ao conduzir Jesus, lançaram mão de um certo Simão de Cirene, que vinha do campo, e o encarregaram de levar a cruz atrás de Jesus. Seguia-o grande multidão de povo e de mulheres que batiam no peito e o lamentavam (Lc 23,26-27).
1 Pai Nosso; 7 Ave Marias
5ª Dor - Maria ao pé da Cruz de Jesus
Junto à cruz de Jesus estavam de pé sua Mãe, a irmã de sua Mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena. Vendo a Mãe e, perto dela, o discípulo a quem amava, disse Jesus para a mãe: Mulher, eis aí o teu filho! Depois disse para o discípulo: Eis aí a tua Mãe! (Jo 19,15-27a).
1 Pai Nosso; 7 Ave Marias
6ª Dor - Maria recebe Jesus descido da Cruz
Chegada a tarde, porque era o dia da Preparação, isto é, a véspera de sábado, veio José de Arimatéia, entrou decidido na casa de Pilatos e pediu o corpo de Jesus. Pilatos, então, deu o cadáver a José, que retirou o corpo da cruz (Mc 15,42).
1 Pai Nosso; 7 Ave Marias
7ª Dor - Maria deposita Jesus no Sepulcro
Os discípulos tiraram o corpo de Jesus e envolveram em faixas de linho com aromas, conforme é o costume de sepultar dos judeus. Havia perto do local, onde fora crucificado, um jardim, e no jardim um sepulcro novo onde ninguém ainda fora depositado. Foi ali que puseram Jesus (Jo 19,40-42a).
1 Pai Nosso; 7 Ave Marias
Exaltação da Santa Cruz
A Festa da Exaltação da Santa Cruz, que celebramos hoje, 14 de setembro, é a Festa da Exaltação do Cristo vencedor. Para nós cristãos, a cruz é o maior símbolo de nossa fé, cujos traços nós nos persignamos desde o início do dia, quando levantamos, até o fim da noite ao deitarmos. Quando somos apresentados à comunidade cristã, na cerimônia batismal, o primeiro sinal de acolhida é o sinal da cruz traçado em nossa fronte pelo padre, pais e padrinhos, sinalando-nos para sempre com Cristo.
A Cruz recorda o Cristo crucificado, o seu sacrifício, o seu martírio que nos trouxe a salvação. Assim sendo, a Igreja há muito tempo passou a celebrar, exaltar e venerar a Cruz, inclusive como símbolo da árvore da vida que se contrapõe à árvore do pecado no paraíso, quando a serpente do paraíso trouxe a morte, a infelicidade a este mundo, incitando os pais a provarem o fruto da árvore proibida. (Gn 3,17-19)
No deserto, a serpente também provocou a morte dos filhos de Israel, que reclamavam contra Deus e contra Moisés (Nm 21,4-6). Arrependendo-se do seu pecado, o povo pediu a Moisés que intercedesse junto ao Senhor para livrá-los das serpentes. Assim, o Senhor, com sua bondade infinita, ordenou a Moisés que erguesse no centro do acampamento um poste de madeira com uma serpente de bronze pendurada no alto, dizendo que todo aquele que dirigisse seu olhar para a serpente de bronze se curaria. (Nm 21,8-9)
Esses símbolos do passado, muito conhecidos pelo povo (serpente, árvore, pecado, morte), nos dizem que na Festa da Exaltação da Santa Cruz, no lugar da serpente de bronze pendurado no alto de um poste de madeira, encontramos o próprio Jesus levantado no lenho da Cruz. Se o pecado e a morte tiveram sua entrada neste mundo através do demônio (serpente do paraíso) e do deserto, a bênção, a salvação e a vida eterna vêm do Cristo levantado no alto da Cruz, de onde Ele atrai para si os olhares de toda a humanidade. Assim, a Igreja canta na Liturgia Eucarística de Festa: “Santa Cruz adorável, de onde a vida brotou, nós, por Ti redimidos, te cantamos louvor!”
A Cruz não é uma divindade, um ídolo feito de madeira, barro ou bronze, mas sim, santa e sagrada, onde pendeu o Salvador do mundo. Traçando o sinal da cruz em nossa fronte, a todo o momento nós louvamos e bendizemos a Santíssima Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo, agradecendo o tão grande bem e amor que, pela CRUZ, o Senhor continua a derramar sobre nós.
A Cruz recorda o Cristo crucificado, o seu sacrifício, o seu martírio que nos trouxe a salvação. Assim sendo, a Igreja há muito tempo passou a celebrar, exaltar e venerar a Cruz, inclusive como símbolo da árvore da vida que se contrapõe à árvore do pecado no paraíso, quando a serpente do paraíso trouxe a morte, a infelicidade a este mundo, incitando os pais a provarem o fruto da árvore proibida. (Gn 3,17-19)
No deserto, a serpente também provocou a morte dos filhos de Israel, que reclamavam contra Deus e contra Moisés (Nm 21,4-6). Arrependendo-se do seu pecado, o povo pediu a Moisés que intercedesse junto ao Senhor para livrá-los das serpentes. Assim, o Senhor, com sua bondade infinita, ordenou a Moisés que erguesse no centro do acampamento um poste de madeira com uma serpente de bronze pendurada no alto, dizendo que todo aquele que dirigisse seu olhar para a serpente de bronze se curaria. (Nm 21,8-9)
Esses símbolos do passado, muito conhecidos pelo povo (serpente, árvore, pecado, morte), nos dizem que na Festa da Exaltação da Santa Cruz, no lugar da serpente de bronze pendurado no alto de um poste de madeira, encontramos o próprio Jesus levantado no lenho da Cruz. Se o pecado e a morte tiveram sua entrada neste mundo através do demônio (serpente do paraíso) e do deserto, a bênção, a salvação e a vida eterna vêm do Cristo levantado no alto da Cruz, de onde Ele atrai para si os olhares de toda a humanidade. Assim, a Igreja canta na Liturgia Eucarística de Festa: “Santa Cruz adorável, de onde a vida brotou, nós, por Ti redimidos, te cantamos louvor!”
A Cruz não é uma divindade, um ídolo feito de madeira, barro ou bronze, mas sim, santa e sagrada, onde pendeu o Salvador do mundo. Traçando o sinal da cruz em nossa fronte, a todo o momento nós louvamos e bendizemos a Santíssima Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo, agradecendo o tão grande bem e amor que, pela CRUZ, o Senhor continua a derramar sobre nós.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Dom Raimundo Damasceno Comemora seus 25 anos de Episcopado no Seminário de Mariana
Mineiro de Capela Nova (localizada no Campo das Vertentes), 74 anos, dom Raymundo Damasceno Assis retornou para as terras mineiras para celebrar os 25 anos de vida no episcopado. O ex-aluno do Seminário de Mariana, arcebispo de Aparecida (SP) e presidente da CNBB presidiu uma missa realizada na capela do Seminário São José –Instituto de Teologia – na noite dessa terça-feira, 13, quando foi homenageado pelo seu jubileu de prata episcopal.
Durante Celebração Eucarística em ação de graças pela vida e ministério de dom Damasceno, o arcebispo de Mariana, dom Geraldo Lyrio Rocha, falou de sua grande satisfação em receber o arcebispo e alegria de toda a comunidade do Seminário com a nomeação do arcebispo ao cardinalato (em novembro de 2010). “O Seminário de Mariana se rejubilou com esta nomeação. Entre os quase 50 alunos bispos que passaram por aqui, três se tornaram cardeais”, disse dom Geraldo se referindo ao arcebispo de São Paulo e Aparecida (SP), dom Carlos Carmelo Cardeal de Vasconcelos Motta; a dom Frei Lucas Cardeal Moreira Neves (Salvador – BA), e agora, ao próprio dom Damasceno.
Segundo dom Geraldo, Mariana tem vínculos muito profundos com Aparecida. “Não só porque se chama Mariana, nossa cidade e sede desta Arquidiocese, mas porque guarda preciosas recordações em sua rica história”, dizia. Ele ainda completou citando dom Oscar de Oliveira em sua obra Virgem Maria: Mãe de Deus e Mãe dos homens (Editora Dom Viçoso, 1968). “É no seio da Vila do Ribeirão do Carmo que Dom Frei João da Cruz, Bispo da Diocese do Rio de Janeiro, que ainda abrangia toda a Capitania de São Paulo e quase toda a de Minas, a 5 de maio de 1743 assina o decreto canônico, erigindo a capela de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, que seria mais tarde a Basílica Nacional da celeste padroeira do Brasil. Coincidentemente, dois anos mais tarde, achando-se novamente em Mariana, o mesmo Bispo Dom Frei João da Cruz, em preparativos para a criação desta Diocese, e ciente de já haver sido edificada a capela de Aparecida, autorizou por Provisão de 22 de maio de 1745 a sua bênção litúrgica e o culto divino da mesma”.
Desta forma, ainda segundo dom Geraldo, o culto a Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, é oficializado em Mariana. “Não a laço mais profundo do que este. Nenhuma diocese tem um vínculo com Aparecida como a Arquidiocese de Mariana pela comprovação desse fato histórico e extraordinário. Mas, sem dúvida alguma, esse vínculo, hoje, se expressa de forma tão eloquente na pessoa de dom Raymundo”, finalizou dizendo mais uma vez que o Seminário de Mariana se orgulha em tê-lo entre os ex-alunos.
Durante a homilia, dom Damasceno fez seus agradecimentos ao que chamou de generosas homenagens. Contou como ingressou na vida religiosa deixando sua terra natal, ainda menino, aos dez anos, aceitando o convite de um irmão Marista que o levou para Mendes (RJ) para concluir os estudos do ensino fundamental. Ali, segundo afirmou, ele teve a certeza de que queria seguir o caminho da religiosidade.
Ao final da celebração, concelebrada por dom Francisco Barroso Filho (bispo emérito de Oliveira – MG) e por dom Geraldo, o cardeal concedeu uma entrevista à revista do Seminário de Mariana Gens Seminarii e ao Departamento Arquidiocesano de Comunicação – DACOM.
Agradecendo o convite de dom Geraldo para que ele pudesse celebrar esse momento de ação de graças, comentou satisfeito o ex-aluno. “Celebrar meu jubileu de prata episcopal aqui em Mariana, no Seminário Maior São José, na companhia dos formadores, seminaristas e alguns familiares e de tantas outras pessoas, é motivo de muita alegria e honra. Esse momento me permite recordar o passado. A celebração dessa noite faz voltar à minha memória aquelas belas experiências no meu tempo de formação, e devo muito à Arquidiocese de Mariana, aos formadores daquele tempo e aos colegas que me ajudaram, seja de uma forma ou de outra, na minha ordenação, no meu episcopado”, comentou dom Damasceno falando desse momento de emoção e recordação quando esteve no Seminário de Mariana no período de 1955 a 1957 (Seminário Menor) e de 1958 a 1960 no Maior.
Quanto ao seu retorno à terra natal para celebrar esse importante momento de sua vida, dom Raymundo falou de suas expectativas. “Capela Nova me traz boas recordações. Mesmo tendo saído de lá muito cedo. Volto, agora, com muita alegria e satisfação e, certamente, serão momentos de muitas recordações daqueles momentos felizes da infância e de outros em que estive na cidade, seja para minha ordenação sacerdotal, episcopal e de visitas esporádicas”.
Diante desses 25 anos no episcopado, após ter vivido inúmeras experiências em sua vida religiosa, atualmente o cardeal está à frente da presidência da CNBB e, quanto a esta nova etapa, ele falou dos desafios que têm adiante. “Os nossos desafios são grandes, como nos falam as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil. Temos como desafio recuperar essa dimensão missionária da Igreja. Queremos que ela [Igreja], no Brasil e na América Latina, seja realmente missionária. Sendo assim, todos os cristãos, bispos, sacerdotes, todos os batizados devem estar comprometidos com o anúncio do Evangelho, pela Palavra e pelo seu testemunho de vida, de uma vida coerente na família, no trabalho e na sua profissão”, comentou.
Além desses, dom Damasceno apontou tantos outros desafios como, por exemplo, a defesa da vida de uma maneira integral e da pessoa humana, lembrando que a Igreja está para servir a humanidade.
Logo em seguida, o arcebispo de Aparecida recebeu outras homenagens do Seminário de Mariana encerrando a noite com um jantar oferecido pelas casas de formação e o arcebispo metropolitano de Mariana.
Dom Raymundo segue para Capela Nova para, nesta quinta-feira, 15, participar do encerramento da festa da Padroeira e celebrar, junto com toda a cidade, seu jubileu. A Celebração Eucarística terá início às 17 horas com transmissão ao vivo pela TV Canção Nova, e será realizada no adro da igreja Matriz de Nossa Senhora das Dores. Logo em seguida, acontece uma sessão de homenagens ao cardeal.
Começa o Fórum de Liturgia do Regional Leste II da CNBB
Começou ontem, dia 12 de setembro, em Belo Horizonte, o Fórum de Liturgia promovido pelo Regional Leste II da CNBB. Com o tema Fé e religiosidade na celebração do mistério pascal, o fórum abordará as três dimensões: liturgia, música e espaço celebrativo.
Na abertura do encontro, dom Paulo Machado, bispo de Uberlândia e presidente da Comissão de Liturgia do regional Leste II, deu as boas vindas aos participantes, convidando a aproveitarem o máximo das atividades ao longo da semana. Assessorando o fórum Luziene Cristina Silva (fonoaudióloga) – “A arte de comunicar”-; padre José Cândido – “Teologia da comunicação”; padre Almir, padre Guanair e dom Paulo – “Ministérios litúrgicos”; padre Fábio – “Cantar a Liturgia”; padre Nédson Pereira – “Mistagogia do espaço celebrativo”.
Representam a Arquidiocese de Mariana estão Maria Antônia Rosa Godoi (Ponte Nova), Carmelita Coelho Pereira (Viçosa), Eliana Francisca Martins (Viçosa), Tereza Cristina Leal Silva (Ouro Branco), o diácono Werques Henrique Ribeiro (Porto Firme) e o padre Geraldo Dias Buziani (Mariana). O fórum termina na próxima sexta-feira, 16, às 12 horas. Acompanhe as reflexões que serão postadas em nosso blog ao longo do encontro. Acesse-o pelo link LITURGIA ARQ. na lateral deste site ou diretamente pelo endereço liturgiamariana.blogspot.com.
Representam a Arquidiocese de Mariana estão Maria Antônia Rosa Godoi (Ponte Nova), Carmelita Coelho Pereira (Viçosa), Eliana Francisca Martins (Viçosa), Tereza Cristina Leal Silva (Ouro Branco), o diácono Werques Henrique Ribeiro (Porto Firme) e o padre Geraldo Dias Buziani (Mariana). O fórum termina na próxima sexta-feira, 16, às 12 horas. Acompanhe as reflexões que serão postadas em nosso blog ao longo do encontro. Acesse-o pelo link LITURGIA ARQ. na lateral deste site ou diretamente pelo endereço liturgiamariana.blogspot.com.
Mesmo estando em sua casa, você ficará informado de todos os trabalhos que estão sendo desenvolvidos ao longo deste evento. Desde já agradecemos o apoio dos regionais que viabilizaram a participação da Arquidiocese
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
A Cruz da JMJ e o Ícone de de Nossa Senhora passara pelo estado de Minas Gerais
“Meus queridos jovens, na conclusão do Ano Santo, eu confio a vocês o sinal deste Ano Jubilar: a Cruz de Cristo! Carreguem-na pelo mundo como um símbolo do amor de Cristo pela humanidade, e anunciem a todos que somente na morte e ressurreição de Cristo podemos encontrar a salvação e a redenção”.
Foi com essas palavras que o Beato João Paulo II entregou aos jovens em Roma, no dia 22 de abril de 1984, aquela que ficaria conhecida como Cruz da Jornada, ou Cruz dos Jovens. Desde então, ela começou a peregrinar mundo afora, sempre levada pela juventude. Em 2003 junto com ela passou a peregrinar também o Ícone de Nossa Senhora.
A Cruz da JMJ e o Ícone de Maria chegam ao Brasil no dia 18 de setembro e serão recebidos em São Paulo com uma grande festa, o Bote Fé. A partir daí iniciam a peregrinação, que será concluída no Rio de Janeiro. A ideia é que os dois símbolos passem por todos os 17 regionais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. Estão também previstas 19 grandes festas nas capitais brasileiras, todas com o nome “Bote Fé”.
Depois do dia 18 de setembro, a Cruz e o Ícone vão peregrinar, até o dia 30 de outubro, pelas sete províncias eclesiásticas do Regional Sul 1 da CNBB, que corresponde ao estado de São Paulo – o mais populoso do país e o que tem o maior número de dioceses, 50. Daí os símbolos seguem para o Regional Leste 2, composto por Minas Gerais e Espírito Santo, onde ficarão ao longo de todo o mês de novembro. No mês seguinte, será a vez do Regional Nordeste 3, composto pelos estados da Bahia e de Sergipe.
A peregrinação seguirá ao longo de todo o ano de 2012. Em dezembro, a Cruz e o Ícone deixam o Brasil e visitam Paraguai, Uruguai, Chile e Argentina. Já em Janeiro de 2013 retornam para concluir o itinerário no Sul do Brasil. A etapa final acontecerá no Sul de Minas, no Vale do Paraíba (SP) e, finalmente, no estado do Rio de Janeiro, onde os símbolos chegam em abril de 2013.
Veja, no quadro a seguir, quando a Cruz e o Ícone visitarão cada regional. Os roteiros específicos da peregrinação dentro de cada regional serão divulgados à medida em que eles forem definidos.
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