Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Dia das Crianças na Paróquia Nossa Senhora da Assunção.

              A catequese e a Infância e Adolescência Missionária, se reuniram no dia 12/10/12, para Celebrar a Festa de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil e das crianças. Os pequenos ficaram muito emocionados com a celebração que foi realizada às 15 horas e que eles puderam participar ativamente. Depois da celebração, foram para o Centro Comunitário, onde puderam brincar, cantar, pular, e comer.
Foi uma festa muito bonita, e contou com a colaboração de várias pessoas da paróquia.

Que Nossa Senhora Aparecida continue nos abençoando!
 










 

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Bento XVI abre Sínodo reafirmando o matrimônio como Boa Nova para o mundo


O Papa Bento XVI abriu solenemente na manhã deste domingo, 7 de outubro, o Sínodo sobre a Nova Evangelização, presidindo a Santa Missa na Praça São Pedro.
Durante a celebração, na presença de mais de 400 bispos e 25 mil fiéis proclamou Doutores da Igreja a Santa medieval alemã, Hildegarda de Bingen, e o Santo espanhol João de Ávila, que viveu em 1500.

Com esta solene concelebração – disse o Papa na sua homilia - inauguramos a XIII Assembléia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, que tem como tema: A Nova Evangelização para a transmissão da fé cristã.
Homilia do Papa na íntegra
“Esta temática responde a uma orientação programática para a vida da Igreja, de todos os seus membros, das famílias, comunidades, e das suas instituições. Tal perspectiva se reforça pela coincidência com o início do Ano da Fé, que terá lugar na próxima quinta-feira, dia 11 de outubro, no 50º aniversário da abertura do Concílio Ecumênico Vaticano II”.
Vídeo da celebração
“A Igreja existe para evangelizar”, continuou o Papa, que se deteve sobre o “renovado dinamismo da atividade evangelizadora da Igreja em determinados períodos da história. “Basta pensar na evangelização dos povos anglo-saxões e eslavos, ou na transmissão do Evangelho no continente americano, e, em seguida, nos distintos períodos missionários junto dos povos da África, Ásia e Oceania”.
Decreto das Indulgências
"Também nos nossos tempos, o Espírito Santo suscitou na Igreja um novo impulso para proclamar a Boa Nova, um dinamismo espiritual e pastoral que encontrou a sua expressão mais universal e o seu impulso mais autorizado no Concílio Ecumênico Vaticano II".
Segundo o Santo Padre “tal renovado dinamismo de evangelização produz uma influência benéfica sobre os dois ramos”concretos que desenvolvem a partir dela, ou seja, por um lado, a “missio ad gentes”, isto é, a proclamação do Evangelho para aqueles que ainda não conhecem a Jesus Cristo e a Sua mensagem de salvação”; e, por outro lado, a nova evangelização, destinada principalmente às pessoas que, embora batizadas, se distanciaram da Igreja e vivem sem levar em conta prática cristã.
“A Assembléia sinodal que se abre hoje é dedicada a essa nova evangelização, para ajudar essas pessoas a terem um novo encontro com o Senhor, o único que dá sentido profundo e paz para a existência; para favorecer a redescoberta da fé, a fonte de graça que traz alegria e esperança na vida pessoal, familiar e social. Obviamente, esta orientação particular não deve diminuir nem o impulso missionário, em sentido próprio, nem as atividades ordinárias de evangelização nas nossas comunidades cristãs. Na verdade, os três aspectos da única realidade de evangelização e completam e se fecundam mutuamente”.
Neste sentido - continuou o Santo Padre - , o tema do matrimônio, que nos ofereceu o Evangelho e a primeira leitura deste domingo, merece uma atenção especial. A mensagem da Palavra de Deus pode ser resumida na expressão contida no livro do Gênesis e retomada pelo próprio Jesus: «Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher, e eles serão uma só carne». O que significa hoje para nós essa palavra? - perguntou o Papa:
“Parece-me que nos convida a nos tornarmos mais conscientes de uma realidade já conhecida, mas talvez não totalmente apreciada, ou seja, que o matrimônio se constitui, em si mesmo, um Evangelho, uma Boa Nova para o mundo de hoje, em particular para o mundo descristianizado. A união do homem e da mulher, o ser «uma só carne» na caridade, no amor fecundo e indissolúvel, é um sinal que fala de Deus com força, com uma eloqüência que hoje se torna ainda maior porque, infelizmente, por diversas razões, o matrimônio, justamente nas regiões de antiga tradição cristã, está passando por uma profunda crise”.
Não é uma coincidência, acrescentou o Papa. O matrimônio está ligado à fé, não num sentido genérico. “O matrimônio se fundamenta, enquanto união do amor fiel e indissolúvel, na graça que vem do Deus Uno e Trino, que em Cristo nos amou com um amor fiel até a Cruz”.
“Hoje, - destacou Bento XVI -, somos capazes de compreender toda a verdade desta afirmação, em contraste com a dolorosa realidade de muitos matrimônios que, infelizmente, acabam mal. Há uma clara correspondência entre a crise da fé e a crise do matrimônio. E, como a Igreja afirma e testemunha há muito tempo, o matrimônio é chamado a ser não apenas objeto, mas o sujeito da nova evangelização.
Isso já se vê em muitas experiências ligadas a comunidades e movimentos, mas também se observa, cada vez mais, no tecido das dioceses e paróquias, como demonstrou o recente Encontro Mundial das Famílias.
A chamada universal à santidade – disse Bento XVI - é uma das idéias chave do renovado impulso que o Concílio Vaticano II deu à evangelização que, como tal, aplica-se a todos os cristãos. Os santos são os verdadeiros protagonistas da evangelização em todas as suas expressões.
Em seguida o Papa recordou que hoje foram agregados ao grupo seleto dos Doutores da Igreja dois santos, São João de Ávila e Santa Hildegarda de Bingen.
São João de Ávila que viveu no século XVI. Profundo conhecedor das Sagradas Escrituras, dotado de um ardente espírito missionário. Soube adentrar, com uma profundidade particular, nos mistérios da Redenção operada por Cristo para a humanidade. Homem de Deus, unia a oração constante à atividade apostólica. Dedicou-se à pregação e ao aumento da prática dos sacramentos, concentrando seus esforços para melhorar a formação dos futuros candidatos ao sacerdócio, dos religiosos, religiosas e dos leigos, em vista de uma fecunda reforma da Igreja.
Santa Hildegarda de Bingen, importante figura feminina do século XII, ofereceu a sua valiosa contribuição para o crescimento da Igreja do seu tempo, valorizando os dons recebidos de Deus e mostrando-se uma mulher de grande inteligência, sensibilidade profunda e de reconhecida autoridade espiritual. O Senhor dotou-a com um espírito profético e de fervorosa capacidade de discernir os sinais dos tempos. Hildegard nutria um grande amor pela a criação, cultivou a medicina, a poesia e a música. Acima de tudo, sempre manteve um amor grande e fiel a Cristo e à Igreja.
Bento XVI concluiu a sua homilia confiando a Deus o trabalho da Assembléia sinodal com o sentimento vivo da comunhão dos santos invocando, em particular, a intercessão dos grandes evangelizadores, dentre os quais o Beato João Paulo II, cujo longo pontificado foi também um exemplo da nova evangelização. "Colocamo-nos sob a proteção da Virgem Maria, Estrela da nova evangelização. Com ela, invocamos uma especial efusão do Espírito Santo, que ilumine do alto a Assembléia sinodal e torne-a fecunda para o caminho da Igreja".

Nove perguntas sobre o Ano da Fé


No próximo dia 11 de outubro começará o Ano da Fé, convocado por Bento XVI. Mas de que se trata? O que deseja o Santo Padre? O que se pode fazer? A 10 dias do início, respostas às perguntas que surgem.
1. O que é o Ano da Fé?
O Ano da Fé "é um convite para uma autêntica e renovada conversão ao Senhor, único Salvador do mundo" (Porta Fidei, 6).
2. Quando se inicia e quando termina?
Inicia-se a 11 de outubro de 2012 e terminará a 24 de novembro de 2013.
3. Por que nessas datas?
Em 11 de outubro coincidem dois aniversários: o 50º aniversário da abertura do Concílio Vaticano II e o 20º aniversário da promulgação do Catecismo da Igreja Católica. O encerramento, em 24 de novembro, será a solenidade de Cristo Rei.
4. Por que é que o Papa convocou este ano?"
Enquanto que no passado era possível reconhecer um tecido cultural unitário, amplamente compartilhado no seu apelo aos conteúdos da fé e aos valores por ela inspirados, hoje parece que já não é assim em grandes setores da sociedade, devido a uma profunda crise de fé que atingiu muitas pessoas". Por isso, o Papa convida para uma "autêntica e renovada conversão ao Senhor, único Salvador do mundo". O objetivo principal deste ano é que cada cristão "possa redescobrir o caminho da fé para fazer brilhar, com evidência sempre maior, a alegria e o renovado entusiasmo do encontro com Cristo".
5. Quais meios assinalou o Santo Padre?
Como expos no Motu Proprio "Porta Fidei": Intensificar a celebração da fé na liturgia, especialmente na Eucaristia; dar testemunho da própria fé; e redescobrir os conteúdos da própria fé, expostos principalmente no Catecismo.
6. Onde terá lugar?
Como disse Bento XVI, o alcance será universal. "Teremos oportunidade de confessar a fé no Senhor Ressuscitado nas nossas catedrais e nas igrejas do mundo inteiro, nas nossas casas e no meio das nossas famílias, para que cada um sinta fortemente a exigência de conhecer melhor e de transmitir às gerações futuras a fé de sempre. Neste Ano, tanto as comunidades religiosas como as comunidades paroquiais e todas as realidades eclesiais, antigas e novas, encontrarão forma de fazer publicamente profissão do Credo".
7. Onde encontrar indicações mais precisas?
Numa nota publicada pela Congregação para a doutrina da fé.
Aí se propõe, por exemplo:
- Encorajar as peregrinações dos fiéis à Sede de Pedro;
- Organizar peregrinações, celebrações e reuniões nos principais Santuários.
- Realizar simpósios, congressos e reuniões que favoreçam o conhecimento dos conteúdos da doutrina da Igreja Católica e mantenham aberto o diálogo entre fé e razão.
- Ler ou reler os principais documentos do Concílio Vaticano II.
- Acolher com maior atenção as homilias, catequeses, discursos e outras intervenções do Santo Padre.
- Promover transmissões televisivas ou radiofônicas, filmes e publicações, inclusive a nível popular, acessíveis a um público amplo, sobre o tema da fé.
- Dar a conhecer os santos de cada território, autênticos testemunhos de fé.
- Fomentar o apreço pelo patrimônio artístico religioso.
- Preparar e divulgar material de caráter apologético para ajudar os fiéis a resolver as suas dúvidas.
- Eventos catequéticos para jovens que transmitam a beleza da fé.
- Aproximar-se com maior fé e frequência do sacramento da Penitência.
- Usar nas escolas ou colégios o Compêndio do Catecismo da Igreja Católica.
- Organizar grupos de leitura do Catecismo e promover a sua difusão e venda.
9. Onde posso obter mais informação?
Visite o site www.annusfidei.va

Cristãos sofrem violência depois do filme blasfemo sobre Maomé


Os cristãos no Paquistão são alvos de violência por parte de extremistas islâmicos que desafogam contra eles seus sentimentos de raiva e vingança após o lançamento do filme "A inocência dos muçulmanos", blasfemo contra o profeta Maomé.
Depois do ataque contra a igreja cristã de "São Paulo" em Mardan, um Bispo foi agredido, espancado e ferido. Segundo fontes locais de Fides, o Bispo protestante Naeem Samuel, da denominação "Trinity Evangelical Prayer Church", foi atacado no último sábado, 29 de setembro, quando saía da igreja em Youhanaabad, um subúrbio de Lahore (Punjab), onde vivem cerca de 10 mil famílias cristãs. Três homens o pararam e começaram a falar frases como: "Vocês cristãos ofenderam o nosso Profeta, vamos matar todos vocês".

Não obstante o Bispo tenha tentado se defender, dizendo que "todos os cristãos no Paquistão condenaram o filme", os três começaram a agredi-lo com violência, deixando-o no chão inconsciente. O Bispo, que é reitor da "Trinity Evangelical Prayer Church", teve várias feridas e fraturas e ficou internado no hospital. Dom Samuel também administra uma rede Tv cristã via cabo em Lahore, que transmite cursos bíblicos, filmes religiosos e orações. Por isso, ele tinha recebido ameaças para impedir a transmissão e cerca de um mês atrás a sua casa foi incendiada.

Continua, entretanto, a esteira da violência no bairro cristão de Essa Nagri, na metrópole de Karachi (província de Sindh): a última vítima foi o cristão Zulifiqar Masih, 30 anos, que foi morto em mais um ataque perpetrado por extremistas islâmicos da etnia pashtum. É o quinto cristão morto em um mês: em 29 de agosto foi baleado Fasil Masih, em 12 de setembro Yousaf Masih, em 15 de setembro Rafi Masih e Nasir Masih (veja Fides 17/9/2012).

A violência também afeta os jovens cristãos, os mais vulneráveis: como referido à Fides pela Ong "World Vision in Progress", nos últimos dias Sumbal Masih, 16 anos cristã de Faisalabad (em Punjab), de profissão empregada doméstica, foi sequestrada, estuprada e torturada durante seis horas pelo seu patrão, um muçulmano rico, e por outros dois homens. Dois dos agressores foram detidos pela polícia local.
ÁFRICA/QUÊNIA

“Não estamos vivendo uma guerra de religião, mas os cristãos estão se exasperando com os atentados contra seus locais de culto" – dizem à Agência Fides fontes da Igreja local em Nairóbi, pedindo o anonimato por motivos de segurança. Na capital, ontem, duas crianças morreram em um atentado com explosivos contra a igreja anglicana de São Policarpo.

"O atentado atingiu uma sala de catecismo, e portanto, o alvo eram as crianças. O bairro no qual se encontra a igreja é próximo de outro que é chamado “Pequena Mogadíscio” – informam as nossas fontes, que recordam também que “está crescendo, em meio à população queniana, uma sensação de insegurança com a contínua chegada de refugiados não apenas da Somália, mas também do Sul do Sudão e da Etiópia, que fogem da penúria e da guerra. Dos campos de refugiados nas áreas de confim, muitos se transferem às grandes cidades do Quênia. Os cidadãos lamentam pelo aumento da criminalidade relacionada a este fenômeno”.

Voltando ao atentado de ontem, as fontes da Fides recordam que “seja os Bispos, como os políticos, insistem que não estamos diante de uma guerra de religião, mas sim de uma questão política, ligada à intervenção do Quênia na Somália. Este último atentado está sendo visto como uma reação à conquista de Chisimaio, o último bastião dos Shabaab no sul da Somália, por parte de tropas quenianas com o apoio de tropas da União Africana.

"Nos últimos dias, a polícia sequestrou grande quantidade de explosivos, transportados por pessoas em automóveis ou ônibus. Existe, portanto, um movimento de células extremistas que estão fazendo chegar a Nairóbi e a outras áreas do país explosivos para uma série de atentados”.

“Por outro lado – acrescentam as fontes da Fides – para os extremistas muçulmanos, a Igreja é vista como ‘ligada’ ao Ocidente, como o próprio governo do Quênia, que estreitou alianças com diversas potencias ocidentais. As igrejas estão sendo atacadas porque são 'soft target', alvos fáceis e desprotegidos. Atingir uma igreja assume rapidamente uma dimensão internacional porque a notícia repercute pela imprensa em todo o mundo”.

“Se é verdade que é ainda difícil falar de guerra de religião, a difusão do filme de insulto ao Profeta e das vinhetas de um jornal francês estão piorando as coisas. Aqueles que defendem estes materiais são pessoas irresponsáveis que não pensam nas consequências de seus gestos: em outras partes do mundo pessoas inocentes morrem” – afirmam as fontes da Fides, que citam um exemplo concreto: “Depois dos incidentes de Mombasa, ocorridos depois da morte de um pregador extremista (veja Fides 28/8/2012)), instaurou-se uma boa relação de colaboração entre a Igreja e a associação dos líderes muçulmanos para convidar as duas comunidades à calma, à reconciliação e ao diálogo. Depois do surgimento do famigerado vídeo e das vinhetas, os líderes muçulmanos interromperam os encontros, porque se sentem ofendidos por este material”.

"A situação é complexa. Não estamos numa guerra de religião, mas é verdade que diante destes ataques, aumenta a exasperação entre os cristãos. Depois do atentado de ontem, alguns jovens cristãos estavam se organizando para atacar a mesquita do bairro” – concluem as fontes.

"Deus rompeu o silêncio do Universo", diz o Papa na primeira sessão do Sínodo


Os trabalhos da 13a Assembleia Geral do Sínodo dos Bispos sobre a Nova Evangelização foram abertos na manhã desta segunda, 08, com a oração das Laudes, presidida pelo Papa, na Sala Paulo VI.
Bento XVI se dirigiu aos 262 padres sinodais de todo o mundo com as seguintes palavras: “O cristão não deve ser morno; este é o mais grave perigo para o cristianismo de hoje: a tepidez desacredita o cristianismo” – refletiu o Papa, .
“O fogo é luz, é calor, força de transformação: a cultura humana começou quando o homem descobriu que podia criar o fogo, que destrói, mas, sobretudo transforma, renova e cria uma novidade, a do homem que se torna luz em Deus”.
Para o Papa teólogo, é importante que no latim cristão, a palavra 'professio' tenha sido substituída pela 'confessio', palavra usada nos tribunais, em processos, e que traz consigo um elemento martiriológico: o testemunho, o risco da morte, a disponibilidade de sofrer. Bento XVI se dirigiu aos padres sinodais:
“Isto é muito importante, pois garante credibilidade. A fé não é uma coisa qualquer, que posso até deixar cair. Sabemos que para nós, a confissão não é uma palavra vazia, é mais do que a morte. Quem a faz demonstra que a verdade vale mais do que a vida: é uma pérola preciosa”.
A este propósito o Pontífice recordou que “o lugar da confissão é o coração e a boca, ou seja, a fé não é apenas uma realidade do coração, mas deve ser comunicada, confessada; tende a ser pública, como o fogo que se acende e se alastra, gerando novas chamas. É necessária a coragem da palavra. A confissão é o primeiro alicerce da Evangelização, e não é uma coisa abstrata. Tornando-se visível, é a força do presente e do futuro”.

Trabalhar com otimismo e entuasiasmo
Primeiro dia de trabalho dos Padres Sinodais reunidos no Vaticano para o Sínodo sobre a Nova Evangelização. O Papa Bento XVI esteve presente esta manhã na sala sinodal, onde se realizou a primeira Congregação Geral.
A Congregação teve início com a saudação dos presidentes-delegados e a introdução do Secretário-Geral do Sínodo, Dom Nikola Eterovic.
Para Dom Eterovic, um dos desafios para a Nova Evangelização é o individualismo. “A nossa cultura exalta o indivíduo e minimiza a relação necessária entre as pessoas. Exaltando a liberdade individual e a autonomia, é fácil perder de vista a nossa dependência dos outros e a responsabilidade diante do outro.”
A Nova Evangelização não é um programa, disse Dom Eterovic. Trata-se de um modo de pensar, de ver e de agir. “É como uma lente através da qual vemos as oportunidade de proclamar novamente o Evangelho. É também um sinal de que o Espírito Santo continua a trabalhar ativamente na Igreja.”
Para o Secretário-Geral do Sínodo, no centro da Nova Evangelização está a renovada proposta do encontro com o Senhor Ressuscitado, o seu Evangelho e a sua Igreja àqueles que não acham mais atraente a mensagem da Igreja.
“Agora que começamos o nosso trabalho, temos todas as razões para fazê-lo com otimismo e entusiasmo, porque as sementes da Nova Evangelização, semeadas no decorrer dos pontificados de Paulo VI, João Paulo II e Bento XVI, estão iniciando a germinar. Nossa tarefa é encontrar o modo para cultivá-las, encorajá-las e acelerar seu crescimento.”
Como nasceu o Sínodo dos Bispos? Pode-se dizer que é fruto do Concílio Vaticano II, pois durante sua realização amadureceu o desejo dos Padres Conciliares de manter vivo o autêntico espírito de colegialidade, para que o Papa pudesse exercitar de maneira mais evidente e mais eficaz a sua união com os Bispos.
Com esta finalidade, o Papa Paulo VI, com o “Motu proprio” Apostolica sollicitudo de 15 de setembro de 1965, instituiu o Sínodo dos Bispos para toda a Igreja.
Com bispos escolhidos de várias partes do mundo, ao Sínodo cabe a tarefa de dar informações e conselhos. Pode ser deliberativo, caso seja esta a vontade do Pontífice. As finalidades gerais do Sínodo dos Bispos são: favorecer uma estreita união e colaboração entre o Papa e os bispos de todo o mundo; reunir informações diretas e exatas acerca dos problemas e das situações da vida interna da Igreja, e ação que esta deve conduzir no mundo atual; e tornar mais fácil o consenso sobre os pontos essenciais da Doutrina e sobre o modo de agir na vida da Igreja.

Três brasileiros ao lado do Papa na abertura do Ano da Fé
Na próxima quinta-feira, dia 11 de outubro, o Santo Padre presidirá uma celebração eucarística que marcará o início do Ano da Fé e o 50° aniversário do Concílio Vaticano II. Foram convidados para concelebrar a missa os líderes das Igrejas Orientais Católicas e os Presidentes das Conferências Episcopais de todo o mundo, assim como os 69 prelados que participaram do Concílio Vaticano II. Doze deles já confirmaram presença.
Da América Latina, três padres conciliares do Vaticano II concelebrarão com Bento XVI. Dois são brasileiros: o Cardeal-Arcebispo emérito de Belo Horizonte, Dom Serafim Fernandes de Araújo; e o Bispo emérito de Iguatu, Ceará, Dom José Mauro Ramalho de Alarcón Santiago. Dom José de Jesús Sahagún, Bispo emérito de Ciudad Lázaro Cárdenas, em Michoacán, no México, é o terceiro latino-americano.
Também concelebrando com o Papa estará Dom Raymundo Damasceno Assis, Cardeal-Arcebispo de Aparecida, e Presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.
No dia seguinte, dia 12 de outubro, Bento XVI celebrará novamente com os padres conciliares no túmulo de São Pedro.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Diocese de Leopoldina celebra a posse de seu bispo


Milhares de fiéis se reuniram em Leopoldina – MG, no último domingo,  30, na quadra do Colégio Imaculada Conceição para a celebração da posse canônica de dom José Eudes Campos do Nascimento. A cerimônia iniciou-se às 16 horas, contou com a presidência de dom Gil Antônio Moreira, arcebispo metropolitano de Juiz de Fora, que após o canto de entrada e a saudação ao povo, convidou dom José Eudes para assumir a Diocese de Leopoldina e a presidência da celebração. Estiveram presentes, ainda, outros sete bispos e arcebispos, juntamente com monsenhor Alexandre dos Santos Ferraz que atuou como administrador da diocese no período de vacância, bem como numerosos sacerdotes, seminaristas, religiosos e religiosas, autoridades, representações de todos os movimentos, pastorais, amigos e familiares de dom Eudes. Foi uma grande celebração onde o povo participou ativamente e festejou a chegada do seu novo bispo.
Quando nomeado, o então monsenhor José Eudes manifestou sua alegria em assumir esta nova missão. “É uma nova missão à frente da Diocese de Leopoldina, nesse chamado que o Cristo faz, por isso escolhi justamente o lema: ‘Servo no amor’, para desempenhar esta missão junto ao presbitério e toda diocese. Rezo muito para que Deus me ajude a viver essa missão, e esse novo compromisso na vida da igreja”, disse o bispo eleito. Dom José sucede dom Dario Campos ofm, que atualmente governa a Diocese de Cachoeiro do Itapemirim (ES).
Dom José Eudes é natural da cidade de Barbacena (MG), estudou filosofia no Instituto Santo Tomás de Aquino em Belo Horizonte e cursou  teologia no Seminário Arquidiocesano de Mariana. Foi ordenado sacerdote no ano de 1995, atuando em diversas paróquias da Arquidiocese de Mariana e, antes de sua nomeação, trabalhou como pároco da paróquia Santa Efigênia em Ouro Preto. Recebeu sua sagração episcopal no dia 15 de setembro das mãos de dom Geraldo Lyrio Rocha, arcebispo de Mariana, dom Gil Antônio Moreira, arcebispo de Juiz de Fora e dom Francisco Barroso Filho, bispo emérito de Oliveira.
A partir de sua posse, dom Eudes exercerá, sob a intercessão do Imaculado Coração de Maria e de Santo Antônio Maria Claret, padroeiros da Igreja de Leopoldina, o tríplice múnus de ensinar, santificar e governar esta porção do povo de Deus a ele confiada, buscando configurar-se sempre mais ao Cristo Bom Pastor, que dá a vida por suas ovelhas.