Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Na mensagem para a Quaresma 2012 o papa alerta para reflexão sobre a essência da vida cristã: o amor

                                                                            
Sua Santidade o papa Bento XVI publicou hoje, 07 de fevereiro, a sua mensagem para a Quaresma 2012. No texto, o Santo Padre pede aos católicos de todo o mundo que neste período haja reflexão, no sentido de “prestarmos atenção uns aos outros”, com “preocupação concreta pelos mais pobres”. Na mensagem, o papa faz o chamamento dos cristãos à “responsabilidade pelo irmão”. Isto é, que estejamos atentos “aos sofrimentos físicos, quer às exigências espirituais e morais da vida”.
Leia na íntegra o texto divulgado pela Santa Sé:

Irmãos e irmãs!
Quaresma oferece-nos a oportunidade de reflectir mais uma vez sobre o cerne da vida cristã: o amor. Com efeito este é um tempo propício para renovarmos, com a ajuda da Palavra de Deus e dos Sacramentos, o nosso caminho pessoal e comunitário de fé. Trata-se de um percurso marcado pela oração e a partilha, pelo silêncio e o jejum, com a esperança de viver a alegria pascal.
Desejo, este ano, propor alguns pensamentos inspirados num breve texto bíblico tirado da Carta aos Hebreus: «Prestemos atenção uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras» (10, 24). Esta frase aparece inserida numa passagem onde o escritor sagrado exorta a ter confiança em Jesus Cristo como Sumo Sacerdote, que nos obteve o perdão e o acesso a Deus. O fruto do acolhimento de Cristo é uma vida edificada segundo as três virtudes teologais: trata-se de nos aproximarmos do Senhor «com um coração sincero, com a plena segurança da fé» (v. 22), de conservarmos firmemente «a profissão da nossa esperança» (v. 23), numa solicitude constante por praticar, juntamente com os irmãos, «o amor e as boas obras» (v. 24). Na passagem em questão afirma-se também que é importante, para apoiar esta conduta evangélica, participar nos encontros litúrgicos e na oração da comunidade, com os olhos fixos na meta escatológica: a plena comunhão em Deus (v. 25). Detenho-me no versículo 24, que, em poucas palavras, oferece um ensinamento precioso e sempre actual sobre três aspectos da vida cristã: prestar atenção ao outro, a reciprocidade e a santidade pessoal.
1.    «Prestemos atenção»: a responsabilidade pelo irmão.
O primeiro elemento é o convite a «prestar atenção»: o verbo grego usado é katanoein, que significa observar bem, estar atento, olhar conscienciosamente, dar-se conta de uma realidade. Encontramo-lo no Evangelho, quando Jesus convida os discípulos a «observar» as aves do céu, que não se preocupam com o alimento e todavia são objecto de solícita e cuidadosa Providência divina (cf. Lc 12, 24), e a «dar-se conta» da trave que têm na própria vista antes de reparar no argueiro que está na vista do irmão (cf. Lc 6, 41). Encontramos o referido verbo também noutro trecho da mesma Carta aos Hebreus, quando convida a «considerar Jesus» (3, 1) como o Apóstolo e o Sumo Sacerdote da nossa fé. Por conseguinte o verbo, que aparece na abertura da nossa exortação, convida a fixar o olhar no outro, a começar por Jesus, e a estar atentos uns aos outros, a não se mostrar alheio e indiferente ao destino dos irmãos. Mas, com frequência, prevalece a atitude contrária: a indiferença, o desinteresse, que nascem do egoísmo, mascarado por uma aparência de respeito pela «esfera privada». Também hoje ressoa, com vigor, a voz do Senhor que chama cada um de nós a cuidar do outro. Também hoje Deus nos pede para sermos o «guarda» dos nossos irmãos (cf. Gn 4, 9), para estabelecermos relações caracterizadas por recíproca solicitude, pela atenção ao bem do outro e a todo o seu bem. O grande mandamento do amor ao próximo exige e incita a consciência a sentir-se responsável por quem, como eu, é criatura e filho de Deus: o facto de sermos irmãos em humanidade e, em muitos casos, também na fé deve levar-nos a ver no outro um verdadeiro alter ego, infinitamente amado pelo Senhor. Se cultivarmos este olhar de fraternidade, brotarão naturalmente do nosso coração a solidariedade, a justiça, bem como a misericórdia e a compaixão. O Servo de Deus Paulo VI afirmava que o mundo actual sofre sobretudo de falta de fraternidade: «O mundo está doente. O seu mal reside mais na crise de fraternidade entre os homens e entre os povos, do que na esterilização ou no monopólio, que alguns fazem, dos recursos do universo» (Carta enc. Populorum progressio, 66).
A atenção ao outro inclui que se deseje, para ele ou para ela, o bem sob todos os seus aspectos: físico, moral e espiritual. Parece que a cultura contemporânea perdeu o sentido do bem e do mal, sendo necessário reafirmar com vigor que o bem existe e vence, porque Deus é «bom e faz o bem» (Sal 119/118, 68). O bem é aquilo que suscita, protege e promove a vida, a fraternidade e a comunhão. Assim a responsabilidade pelo próximo significa querer e favorecer o bem do outro, desejando que também ele se abra à lógica do bem; interessar-se pelo irmão quer dizer abrir os olhos às suas necessidades. A Sagrada Escritura adverte contra o perigo de ter o coração endurecido por uma espécie de «anestesia espiritual», que nos torna cegos aos sofrimentos alheios. O evangelista Lucas narra duas parábolas de Jesus, nas quais são indicados dois exemplos desta situação que se pode criar no coração do homem. Na parábola do bom Samaritano, o sacerdote e o levita, com indiferença, «passam ao largo» do homem assaltado e espancado pelos salteadores (cf. Lc 10, 30-32), e, na do rico avarento, um homem saciado de bens não se dá conta da condição do pobre Lázaro que morre de fome à sua porta (cf. Lc 16, 19). Em ambos os casos, deparamo-nos com o contrário de «prestar atenção», de olhar com amor e compaixão. O que é que impede este olhar feito de humanidade e de carinho pelo irmão? Com frequência, é a riqueza material e a saciedade, mas pode ser também o antepor a tudo os nossos interesses e preocupações próprias. Sempre devemos ser capazes de «ter misericórdia» por quem sofre; o nosso coração nunca deve estar tão absorvido pelas nossas coisas e problemas que fique surdo ao brado do pobre. Diversamente, a humildade de coração e a experiência pessoal do sofrimento podem, precisamente, revelar-se fonte de um despertar interior para a compaixão e a empatia: «O justo conhece a causa dos pobres, porém o ímpio não o compreende» (Prov 29, 7). Deste modo entende-se a bem-aventurança «dos que choram» (Mt 5, 4), isto é, de quantos são capazes de sair de si mesmos porque se comoveram com o sofrimento alheio. O encontro com o outro e a abertura do coração às suas necessidades são ocasião de salvação e de bem-aventurança.
O fato de «prestar atenção» ao irmão inclui, igualmente, a solicitude pelo seu bem espiritual. E aqui desejo recordar um aspecto da vida cristã que me parece esquecido: a correcção fraterna, tendo em vista a salvação eterna. De forma geral, hoje é-se muito sensível ao tema do cuidado e do amor que visa o bem físico e material dos outros, mas quase não se fala da responsabilidade espiritual pelos irmãos. Na Igreja dos primeiros tempos não era assim, como não o é nas comunidades verdadeiramente maduras na fé, nas quais se tem a peito não só a saúde corporal do irmão, mas também a da sua alma tendo em vista o seu destino derradeiro. Lemos na Sagrada Escritura: «Repreende o sábio e ele te amará. Dá conselhos ao sábio e ele tornar-se-á ainda mais sábio, ensina o justo e ele aumentará o seu saber» (Prov 9, 8-9). O próprio Cristo manda repreender o irmão que cometeu um pecado (cf. Mt 18, 15). O verbo usado para exprimir a correcção fraterna – elenchein – é o mesmo que indica a missão profética, própria dos cristãos, de denunciar uma geração que se faz condescendente com o mal (cf. Ef 5, 11). A tradição da Igreja enumera entre as obras espirituais de misericórdia a de «corrigir os que erram». É importante recuperar esta dimensão do amor cristão.
Não devemos ficar calados diante do mal. Penso aqui na atitude daqueles cristãos que preferem, por respeito humano ou mera comodidade, adequar-se à mentalidade comum em vez de alertar os próprios irmãos contra modos de pensar e agir que contradizem a verdade e não seguem o caminho do bem. Entretanto a advertência cristã nunca há-de ser animada por espírito de condenação ou censura; é sempre movida pelo amor e a misericórdia e brota duma verdadeira solicitude pelo bem do irmão. Diz o apóstolo Paulo: «Se porventura um homem for surpreendido nalguma falta, vós, que sois espirituais, corrigi essa pessoa com espírito de mansidão, e tu olha para ti próprio, não estejas também tu a ser tentado» (Gl 6, 1). Neste nosso mundo impregnado de individualismo, é necessário redescobrir a importância da correcção fraterna, para caminharmos juntos para a santidade. É que «sete vezes cai o justo» (Prov 24, 16) – diz a Escritura –, e todos nós somos frágeis e imperfeitos (cf. 1 Jo 1, 8). Por isso, é um grande serviço ajudar, e deixar-se ajudar, a ler com verdade dentro de si mesmo, para melhorar a própria vida e seguir mais rectamente o caminho do Senhor. Há sempre necessidade de um olhar que ama e corrige, que conhece e reconhece, que discerne e perdoa (cf. Lc 22, 61), como fez, e faz, Deus com cada um de nós.
2. «Uns aos outros»: o dom da reciprocidade.
O fato de sermos o «guarda» dos outros contrasta com uma mentalidade que, reduzindo a vida unicamente à dimensão terrena, deixa de a considerar na sua perspectiva escatológica e aceita qualquer opção moral em nome da liberdade individual. Uma sociedade como a actual pode tornar-se surda quer aos sofrimentos físicos, quer às exigências espirituais e morais da vida. Não deve ser assim na comunidade cristã! O apóstolo Paulo convida a procurar o que «leva à paz e à edificação mútua» (Rm 14, 19), favorecendo o «próximo no bem, em ordem à construção da comunidade» (Rm 15, 2), sem buscar «o próprio interesse, mas o do maior número, a fim de que eles sejam salvos» (1 Cor 10, 33). Esta recíproca correcção e exortação, em espírito de humildade e de amor, deve fazer parte da vida da comunidade cristã.
Os discípulos do Senhor, unidos a Cristo através da Eucaristia, vivem numa comunhão que os liga uns aos outros como membros de um só corpo. Isto significa que o outro me pertence: a sua vida, a sua salvação têm a ver com a minha vida e a minha salvação. Tocamos aqui um elemento muito profundo da comunhão: a nossa existência está ligada com a dos outros, quer no bem quer no mal; tanto o pecado como as obras de amor possuem também uma dimensão social. Na Igreja, corpo místico de Cristo, verifica-se esta reciprocidade: a comunidade não cessa de fazer penitência e implorar perdão para os pecados dos seus filhos, mas alegra-se contínua e jubilosamente também com os testemunhos de virtude e de amor que nela se manifestam. Que «os membros tenham a mesma solicitude uns para com os outros» (1 Cor 12, 25) – afirma São Paulo –, porque somos um e o mesmo corpo. O amor pelos irmãos, do qual é expressão a esmola – típica prática quaresmal, juntamente com a oração e o jejum – radica-se nesta pertença comum. Também com a preocupação concreta pelos mais pobres, pode cada cristão expressar a sua participação no único corpo que é a Igreja. E é também atenção aos outros na reciprocidade saber reconhecer o bem que o Senhor faz neles e agradecer com eles pelos prodígios da graça que Deus, bom e omnipotente, continua a realizar nos seus filhos. Quando um cristão vislumbra no outro a acção do Espírito Santo, não pode deixar de se alegrar e dar glória ao Pai celeste (cf. Mt 5, 16).
3. «Para nos estimularmos ao amor e às boas obras»: caminhar juntos na santidade.
Esta afirmação da Carta aos Hebreus (10, 24) impele-nos a considerar a vocação universal à santidade como o caminho constante na vida espiritual, a aspirar aos carismas mais elevados e a um amor cada vez mais alto e fecundo (cf. 1 Cor 12, 31 – 13, 13). A atenção recíproca tem como finalidade estimular-se, mutuamente, a um amor efectivo sempre maior, «como a luz da aurora, que cresce até ao romper do dia» (Prov 4, 18), à espera de viver o dia sem ocaso em Deus. O tempo, que nos é concedido na nossa vida, é precioso para descobrir e realizar as boas obras, no amor de Deus. Assim a própria Igreja cresce e se desenvolve para chegar à plena maturidade de Cristo (cf. Ef 4, 13). É nesta perspectiva dinâmica de crescimento que se situa a nossa exortação a estimular-nos reciprocamente para chegar à plenitude do amor e das boas obras.
Infelizmente, está sempre presente a tentação da tibieza, de sufocar o Espírito, da recusa de «pôr a render os talentos» que nos foram dados para bem nosso e dos outros (cf. Mt 25, 24-28). Todos recebemos riquezas espirituais ou materiais úteis para a realização do plano divino, para o bem da Igreja e para a nossa salvação pessoal (cf. Lc 12, 21; 1 Tm 6, 18). Os mestres espirituais lembram que, na vida de fé, quem não avança, recua. Queridos irmãos e irmãs, acolhamos o convite, sempre actual, para tendermos à «medida alta da vida cristã» (João Paulo II, Carta ap. Novo millennio ineunte, 31). A Igreja, na sua sabedoria, ao reconhecer e proclamar a bem-aventurança e a santidade de alguns cristãos exemplares, tem como finalidade também suscitar o desejo de imitar as suas virtudes. São Paulo exorta: «Adiantai-vos uns aos outros na mútua estima» (Rm 12, 10).
Que todos, à vista de um mundo que exige dos cristãos um renovado testemunho de amor e fidelidade ao Senhor, sintam a urgência de esforçar-se por adiantar no amor, no serviço e nas obras boas (cf. Heb 6, 10). Este apelo ressoa particularmente forte neste tempo santo de preparação para a Páscoa. Com votos de uma Quaresma santa e fecunda, confio-vos à intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria e, de coração, concedo a todos a Bênção Apostólica.
Vaticano, 3 de Novembro de 2011

Cristo Redentor recebe iluminação especial para saudar a JMJ RIO 2013

                                                                       
Quem olhou para o Corcovado na noite de ontem, 6, viu um show de luzes e cores. Um dos principais cartões postais do país, o Cristo Redentor, foi iluminado com as cores das bandeiras de 150 países que deverão participar da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) RIO2013. O evento trará o papa Bento XVI ao Rio de Janeiro entre os dias 23 e 28 de julho de 2013.
A ação tem por objetivo despertar a curiosidade dos jovens do mundo inteiro para o lançamento da logomarca oficial da JMJ, que será apresentado hoje, às 19h30, no auditório do Edifício João Paulo II, na Glória, onde fica a sede do Comitê. O evento contará com a presença de mais de 100 bispos de todo o Brasil, além de autoridades e representantes da sociedade.
A expectativa é grande em torno da divulgação do símbolo de um dos maiores eventos que o Brasil irá sediar. Na ocasião, o presidente do Comitê Organizador Local (COL/Rio) e arcebispo do Rio de Janeiro (RJ), dom Orani João Tempesta, irá apresentar também o autor da logo, que foi escolhida através de concurso.

ReuniãoRepresentantes de mais de 120 colégios e de todas as instituições de nível superior participaram do encontro que reuniu as entidades educacionais católicas da arquidiocese do Rio de Janeiro (RJ) e das sub-sedes da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) RIO2013 (arquidiocese de Niterói e dioceses de Duque de Caxias e Nova Iguaçu) e os membros do Comitê Organizador Local (COL) da Jornada.
A reunião, coordenada pelo presidente do COL e arcebispo do Rio, dom Orani João Tempesta, foi realizada no dia 4 de fevereiro, no auditório do Edifício João Paulo II, sede da arquidiocese do Rio de Janeiro. O bispo de Nova Iguaçu, dom Luciano Bergamin, também esteve presente.
Os participantes puderam conhecer um pouco mais sobre o que é uma Jornada e receberam informações sobre a última JMJ, realizada em agosto de 2011, em Madri, na Espanha. “De uma certa forma estaremos influenciando o presente e o futuro de todo o mundo. Esses jovens irão levar a experiência de Deus, do encontro com Jesus. Para todos nós é uma grande missão. E também um bem para toda a sociedade”, afirmou dom Orani sobre a importância da JMJ.
O arcebispo lembrou que o Brasil já está vivendo a Jornada através da peregrinação dos Símbolos, a Cruz Peregrina e o Ícone de Nossa Senhora, pelas dioceses do país. Ele explicou também como é a organização do COL e de todos os envolvidos na preparação da JMJ RIO2013.
Alguns dos representantes dos setores do COL falaram de suas atividades. Padre Ramon Nascimento, coordenador do Setor de Voluntários, explicou como é o trabalho e solicitou que cada entidade escolha um coordenador interno para que essa pessoa seja o contato de referência com o Comitê.
Um dos responsáveis pelo Setor de Preparação Pastoral, diácono Arnaldo Rodrigues, apresentou o que são as catequeses que acontecem durante a Jornada e como serão preparados os subsídios. Ele destacou a necessidade da oração e convidou todas as instituições e congregações a realizarem momentos de intercessão pela JMJ.
Irmã Graça Maria, que Coordena o Setor de Hospedagem, detalhou todos os aspectos relativos à acolhida de voluntários e peregrinos e como é necessário mapear todos os espaços que possam ser utilizados.
“É tempo de unir, tempo de somar. Será um tempo de graça. Multipliquem essas informações”, disse o coordenador da Associação Nacional de Educação Católica do Brasil (Anec-RJ), professor Tarcísio Basílio, ao se pronunciar no encerramento do encontro sobre a necessidade de união e participação de todas as instituições para o pleno êxito da Jornada.

Voluntários“Podem se alojar, a casa é nossa”. Foi assim que as mais de 160 pessoas que compareceram no último sábado, 4, ao Edifício João Paulo II para a primeira reunião de formação dos coordenadores de voluntários da Jornada Mundial da Juventude RIO2013 foram acolhidas.
O setor de voluntários, coordenado pelo padre Ramon Nascimento, é a porta de entrada para todos os que querem colaborar com os trabalhos da Jornada. Através da recepção, da formação e da capacitação caberá aos coordenadores paroquiais promover o voluntariado e conseguir cerca de 60 mil voluntários, sendo 45 mil diocesanos.
A inscrição para voluntários continua, basta acessar o site oficial da JMJ RIO 2013. Não perca essa oportunidade de ter um encontro maior com Deus e de trabalhar pra Ele. Faça a sua parte, não deixe essa chance passar.

Fonte: CNBB
 

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

São Brás: Brasa de amor de Deus

                                                                                          
Hoje, dia 3 de fevereiro, lembramos a vida São Brás, venerado tanto no Oriente como no Ocidente, nasceu na Armênia, no século III, foi médico e bispo em Sebaste.
Como médico, usava dos seus conhecimentos para resgatar a saúde, não só do corpo, mas também da alma, pois se ocupava em evangelizar os pacientes.
No tempo deste santo aconteceu uma forte perseguição religiosa, por isso, como santo bispo, procurou exortar seus fiéis à firmeza da fé. Por sua vez, São Brás, que era testemunho de segurança em Deus, retirou-se para um lugar solitário, a fim de continuar governando aquela Igreja, porém, ao ser descoberto por soldados, disse: "Sede benditos, vós me trazeis uma boa-nova: que Jesus Cristo quer que o meu corpo seja imolado como hóstia de louvor".
São Brás foi médico e Bispo de Sebaste 
Morreu em 316. Quando as perseguições começaram sob o Imperador Dioclecius (284-305). São Brás fugiu para uma caverna onde ele cuidou dos animais selvagens. Anos mais tarde, caçadores o encontraram e o levaram preso para o governador Agrícola, da Capadócia na Baixa Armênia, durante a perseguição do então Imperador Licinius Lacinianus (308-324). São Brás foi torturado com ferros em brasa e depois foi decapitado.
O costume de abençoar as gargantas no seu dia continua até hoje, sendo usadas velas nas cerimônias comemorativas. São utilizadas para lembrar o fato da mãe do menino curado por São Brás, ter levado a ele velas na prisão. Muitos eventos miraculosos são mencionados nos estudos sobre São Brás e é muito venerado na França e Espanha.
Suas relíquias estão em Brusswick, Mainz, Lubeck, Trier e Cologne na Alemanha. Na França em Paray-le-Monial. Em Dubrovnik na antiga Iugoslávia e em Roma, Taranto e Milão na Itália.
Na liturgia da Igreja Católica São Brás é mostrado com velas nas mãos e em frente a ele, uma mãe carregando uma a criança com mão na garganta, como pedindo para ele cura-la. Daí se originou a benção da garganta no seu dia.
Fatos na vida de São Brás
Aos pés de uma montanha, numa gruta, nos campos de Sebaste, na Armênia, morava um homem puro e ino­cente, doce e modesto. O povo da ci­dade, movido pelas virtudes do Santo Varão, inspirado pelo Espírito Santo, o escolheu como Bispo. Os habitantes da cidade, e até os animais, iam procurá-lo, para obter alívio de seus males.
Um dia, os soldados de Agrícola, governador da Capadócia, procuravam feras nos campos de Sebaste, para martirizar os cristãos na arena, quando depararam com muitos animais ferozes de todas as espécies, leões, ursos, tigres, hienas, lobos e gorilas convivendo na maior harmonia. Olhando-se estupefatos e bo­quiabertos, perguntavam-se o que acontecia, quan­do da negra gruta surge, da escuridão para a luz, um homem caminhando entre as feras, levantando a mão, como que abençoando-as. Tranqüilas e em ordem voltaram para suas covas e desertos de onde vieram.
Um enorme leão de juba ruiva permaneceu. Os soldados, mortos de medo, viram-no levantar a pata e logo após, Brás aproximou-se dele para extrair-lhe uma farpa que lá se cravara. O animal, tranqüilo, foi-se embora.

Sabendo do fato, o governador Agrícola mandou prender o homem da caverna. Brás foi preso sem a menor resistência.
Não conseguindo vergar o santo ancião, que se recusou a adorar os ídolos pagãos, Agrícola mandou que o açoitassem e depois o prendessem na mais negra e úmida das masmorras.
Muitos iam procurar o Santo Bispo, que os aben­çoava e curava. Uma pobre mulher o buscou, aflita, com seu filho nos braços, quase estrangulado por uma espinha de peixe que lhe atravessava a garganta. Comovido com a fé daquela pobre mãe, São Brás passou a mão na cabeça da criança, ergueu os olhos, rezou por um instante, fez o sinal da cruz na garganta do menino e pediu a Deus que o acudisse. Pouco depois a criança ficou livre da espinha que a maltra­tava.
Por várias vezes o santo foi levado à presença de Agrícola, mas sempre perseverava na fé de Jesus Cristo. Em revide era supliciado. Movido por sua fidelidade e amor a Nosso Senhor Jesus Cristo, São Brás curava e abençoava. Sete mulheres que cui­da­ram de suas fe­ridas, provocadas pelos suplícios de Agrícola, fo­ram também castigadas. Depois o governador foi informado que elas haviam atirado seus ídolosno fundo de um lago próximo, e mandou matá-las.
"Jesus Cristo quer que o meu corpo seja imolado como hóstia de louvor", disse São Brás aos soldados 
São Brás chorou por elas e Agrícola, enfurecido, con­denou-o à morte, decretando que o lançassem no lago. Brás fez o sinal da cruz sobre as águas e avançou sem afundar. As águas pareciam uma estrada sob seus pés. No meio do lago parou e desafiou os soldados:
- Venham! Venham e ponham à prova o poder de seus deuses!
Vários aceitaram o desafio. Entraram no lago e afundaram no mesmo instante.
Um anjo do Senhor apareceu ao bom Bispo e ordenou que voltasse à terra firme para ser martirizado. O governador o condenou à decapitação. Antes de apresentar a cabeça ao carrasco, São Brás suplicou a Deus por todos aqueles que o haviam assistido no sofrimento, e também por aqueles que lhe pedissem socorro, após ter ele entrado na glória dos céus.
Naquele instante, Jesus lhe apareceu e prometeu conceder-lhe o que pedia. Morreu São Brás em plena época de ascensão do Cristianismo, em Sebaste, a 3 de fevereiro. Era natural da Armênia.
Brás, brasa, chama do amor de Deus, da fé, do amor ao próximo. A vida heróica de São Brás é um estímulo para que mantenhamos também acesa em nossas almas a brasa da fé, que em meio às trevas sempre arda de zelo, fidelidade e intrepidez a favor do bem.
Dentre os milagres que cercaram a vida deste grande santo, há um que chama particularmente a atenção: seu domínio sobre os animais ferozes, que, na companhia do santo, se tornavam mansos como cordeiros. Qual o sentido de tal fato?
No Paraíso Terrestre, antes do pecado original, Adão e Eva tinham poder sobre os animais, que vi­viam em harmonia com o homem, e o serviam. Como castigo do primeiro pecado, que foi uma revolta contra Deus, a natureza se insurgiu contra o violador da ordem, e os animais passaram a hostilizar o homem.
Pelo apaziguamento que São Brás operava sobre os animais selvagens, quis Deus mostrar aos peca­dores o poder da virtude, que ordena até a natureza indomável das feras.
Hoje em dia, a humanidade geme sob o peso do caos, provocado pelo pecado. E os homens praticam atos de ferocidade nunca vistos. Procuremos a so­lução para a desordem do mundo na Lei de Deus. Pela força da virtude, não só os homens, mas também a própria natureza entrará em ordem. E então que belezas não surgirão de uma sociedade, onde todos pratiquem o bem e amem a verdade?
***

Na tradição popular, Brás é venerado também por sua bondade, pelos milagres realizados em vida e pela coragem extrema em defender sua fé em Cristo, apesar das torturas cruéis. Foi decapitado.
Oração
Senhor, que por meio de são Brás, proteges a nossa fragilidade,
cuida, também, de nossa garganta.
Que, sadia e revigorada, permita que cantemos teus louvores,
falemos só a verdade, proclamemos a Boa Nova,
e, um dia, juntemo-nos ao coro dos anjos.
Por Cristo Jesus, cuja voz seguimos com todo amor.
Amém. 

Liturgia do 5º Domingo do Tempo Comum

                                                                    
“Entrai, inclinai-vos e prostrai-vos: adoremos o Senhor que nos criou, pois ele é o nosso Deus” (Sl 94,6s).
Certa ocasião, ouvi de um teólogo-poeta que “a vida é um serviço de mercenário”, numa referência a Jo 7,1. Todos aqueles que trabalham nas lidas rurais acordam cansados e seguem mais cansados ainda para o trabalho, e retornam da longa jornada tão desanimados que não têm ânimo para dormir. Que o Senhor da Vida lh’os dê um pouco de paz e de concórdia e sossego...

Hoje a Liturgia nos convida a refletir sobre o poder sobre a doença. No Novo Testamento, não há uma explicação teórica para o sofrimento. Jesus surpreende convocando os homens para assumir o sofrimento, tratando-se de uma grande inovação. Por isso, a Primeira Leitura(Jó 7,1-4.6-7) convida a nos aproximarmos do Mistério de Deus, aproximando-se do homem. Jó foi fortemente provado por Deus. Seus amigos não o conseguem consolar. Ensinam-lhe a ver no seu sofrimento o castigo de Deus. Mas, para Jó, o sofrimento permanece um mistério.Com amargura, Jó considera sua vida, e só consegue pedir que a aflição não seja forte demais e Deus lhe dê um pouco de sossego. O Antigo Testamento não tinha uma resposta para o problema do sofrimento. A resposta este em Jesus Cristo, que assume o sofrimento até o fim.

Em Jesus Cristo, tal como é apresentado pelo Evangelista Marcos(Mc 1,29-39), o mistério se revela, paulatinamente, sob o véu do “segredo” de Jesus, que marca este Evangelho. No início, Jesus assume o sofrimento, curando-o. Trata-se de um sinal. Por isso, no final, o Divino Mestre assumirá o sofrimento, sofrendo-o. Aí, sua compaixão se torna realmente universal. Supera de longe o que aparece no livro de Jó. Jesus nos mostra que Deus conhece o sofrimento do homem por dentro.
Meus irmãos,

Jesus entra de cheio em sua vida pública. Passa da sinagoga à praça e às estradas. Assume a sua missão salvadora: devo pregar o Evangelho. Vários são os simbolismos da liturgia de hoje: o serviço, a compaixão, a misericórdia, a pregação, o combate do mal, o cultivo da oração, a universalidade da salvação e a fidelidade ao compromisso. Poderíamos resumir a liturgia de hoje em três aspectos fundamentais na vida do cristão: a pregação da Palavra de Deus, a ajuda física e espiritual às pessoas e a oração.

Isso é a missão que deveremos desempenhar nesta semana e levar como ideal de nossa vida de cristãos, ou seja, de seguidores de Jesus Cristo. O entusiasmo é necessário, como é necessária para a fé a admiração. Do entusiasmo todos devemos partir para a vida pastoral, para o empenho missionário-evangelizador.

A caridade deve começar em casa. A cura da sogra de São Pedro não é certamente um milagre espetacular. São Marcos é bem sóbrio ao narrar o episódio, mas não deixa de subentendê-lo riquíssimo de sentido. Antes de mais nada, o relato mostra um Jesus amigo, carinhoso, afável. E nos passa hoje a lição de que a caridade começa em casa.

“Aproximando-se dela, tomou-a pela mão e a levantou da cama” (Mc 1,31). Marcos entende a doença e a morte como a manifestação do império do demônio e qualquer cura significa uma vitória sobre as forças do mal. A doença e a morte são vencidas pelo mesmo poder divino. Aquele que tem força para nos curar tem, também, força para nos ressuscitar.

A mulher do Evangelho, numa atualização para os nossos dias, pode ser considerada toda a assembléia. Ela, hoje, somos todos nós. Enfraquecidos pelo pecado, cercados de maldade, abraçados pela morte, somos nós que cantamos com o salmista de hoje: “Curai-nos, Senhor, Deus da vida!”. E o Senhor nos toma pela mão. A mão do Senhor nos cura no corpo e na alma. Jesus redentor é sinônimo de Jesus libertador. Jesus não liberta apenas o corpo ou apenas a alma. A criatura humana redimida e salva por Jesus é pessoa, isto é, corpo e alma inseparáveis.

Outro milagre é evidenciado: “E ela pôs-se a servi-los”. Na medida em que somos curados, libertados por Jesus, somos convidados e conclamados ao serviço da caridade, ao serviço do Reino. Quem nos ensina isso é o próprio Senhor: “Não vim para ser servido, mas para servir”. O serviço é a característica fundamental do seguimento de Cristo. Quem adere a Cristo encontra a cura de seus males, mas para pode servir aos irmãos e irmãs. O serviço fraterno, expressão de amor, construtor de comunidade é um serviço em benefício dos irmãos e irmãs.

Todos somos conclamados a misturar pregação, oração e serviço evangelizador. Na pessoa de Jesus personifica-se a misericórdia de Deus, consolando o povo, como descrevera Isaías e se expressa toda a bondade de Jesus, assumindo sobre si as dores e as enfermidades de todos. Importante notar como Jesus faz o bem, presta a todos o serviço da cura e não espera aplausos, agradecimentos e recompensas. Jesus não busca aplausos como os demais homens. Na vida prática não se separam as dimensões para dentro (deserto), para o alto (oração) e para fora (serviço).
Irmãos caríssimos,

Paulo nos ensina que nem sempre precisamos fazer uso de nossos direitos. Paulo anuncia o Evangelho de graça, para que ninguém possa suspeitar de motivos ambíguos. Por isso, somos convidados a fazer do irmão mais fraco na fé o irmão preferencial, relembrando que a gratuidade é a base do Evangelho e do seguimento de Cristo.

A Segunda Leitura(1Cor 9,16-19.22-23) nos ensina que a gratificação de nosso apostolado consiste no prazer de pregar o Evangelho de graça, pois o que importa é que ele penetre nos corações.

Evangelizar é um serviço precioso. Por isso, evangelizar é uma necessidade diante da força do mal. Derrotando o pecado e aderindo a Cristo, alcançamos a salvação. Essa é a mensagem de hoje: rezar, estar em Deus, com a ação dentro da nova evangelização pelo serviço pastoral. Assim seja!

Pe. Wagner Augusto Portugal

Paróquia Nossa Senhora da Assunção realiza Assembléia paroquial

Paróquia Nossa Senhora da Assunção de Mariana, Realiza 1º Assembléia Paroquial do ano dia 29 de janeiro de 2012













quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

São Cornélio

2 de Fevereiro

                                                                                         
Encontramos, nos Atos dos Apóstolos, este exemplo de entrega. No capítulo 10, nós assim ouvimos da Palavra de Deus: “Havia em Cesareia um homem por nome Cornélio. Centurião da corte que se chamava Itálica, era religioso; ele e todos de sua casa eram tementes a Deus. Dava muitas esmolas ao povo e orava constantemente” (At 10,1-2).

Diante dessa espiritualidade que Cornélio possuía, Deus o visitou por meio de um anjo, que lhe indicou São Pedro. Este, que também teve uma visão, foi à casa de Cornélio. Foi aí que aconteceu a abertura da Igreja para a evangelização dos pagãos, dos estrangeiros. No outro dia, Pedro chegou em Cesareia. Cornélio o estava esperando, tendo convidado seus parentes e amigos mais íntimos.

Não somente ele queria encontrar-se com o Senhor, como também queria o mesmo para todos os seus parentes e amigos. Cornélio ouviu da boca do primeiro Papa da Igreja: “Deus me mostrou que nenhum homem deve ser considerado profano ou impuro” (At 10,28). Assim, São Pedro começou a evangelizar e, de repente, no versículo 44: “Estando Pedro, ainda a falar, o Espírito Santo desceu sobre todos que ouviam a (santa) Palavra. Os fiéis da circuncisão, que tinham vindo com Pedro, profundamente se admiraram vendo que o dom do Espírito Santo era derramado também sobre os pagãos; pois eles os ouviam falar em outras línguas e glorificar a Deus. Então Pedro tomou a palavra: 'Porventura pode-se negar a água do batismo a estes que receberam o Espírito Santo como nós? E mandou que fossem batizados em nome de Jesus Cristo. Rogaram-lhe então que ficasse com eles por alguns dias” (At 10,44-48).

São Cornélio tornou-se o primeiro bispo em Cesareia. Homem religioso e de oração, Deus pôde contar com ele para a maravilhosa obra que chega até nós nos dias de hoje. Pela docilidade de muitos, como São Cornélio, o Santo Evangelho se faz presente em nosso meio.

Peçamos a intercessão de São Cornélio para que busquemos cada vez mais o Senhor.

São Cornélio, rogai por nós!

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

São João Bosco

31 de Janeiro



Nasceu perto de Turim, na Itália, em 1815. Muito cedo conheceu o que significava a palavra sofrimento, pois perdeu o pai tendo apenas 2 anos. Sofreu incompreensões por causa de um irmão muito violento que teve. Dom Bosco quis ser sacerdote, mas sua mãe o alertava: “Se você quer ser padre para ser rico, eu não vou visitá-lo, porque nasci na pobreza e quero morrer nela”.

Logo, Dom Bosco foi crescendo diante do testemunho de sua mãe Margarida, uma mulher de oração e discernimento. Ele teve que sair muito cedo de casa, mas aquele seu desejo de ser padre o acompanhou. Com 26 anos de idade, ele recebeu a graça da ordenação sacerdotal. Um homem carismático, Dom Bosco sofreu. Desde cedo, ele foi visitado por sonhos proféticos que só vieram a se realizar ao longo dos anos. Um homem sensível, de caridade com os jovens, se fez tudo para todos. Dom Bosco foi ao encontro da necessidade e da realidade daqueles jovens que não tinham onde viver, necessitavam de uma nova evangelização, de acolhimento. Um sacerdote corajoso, mas muito incompreendido. Foi chamado de louco por muitos devido à sua ousadia e à sua docilidade ao Divino Espírito Santo.

Dom Bosco, criador dos oratórios. Catequeses e orientações profissionais foram surgindo para os jovens. Enfim, Dom Bosco era um homem voltado para o céu e, por isso, enraizado com o sofrimento humano, especialmente, dos jovens. Grande devoto da Santíssima Virgem Auxiliadora, foi um homem de trabalho e oração. Exemplo para os jovens, foi pai e mestre, como encontramos citado na liturgia de hoje. São João Bosco foi modelo, mas também soube observar tantos outros exemplos. Fundou a Congregação dos Salesianos dedicada à proteção de São Francisco de Sales, que foi o santo da mansidão. Isso que Dom Bosco foi também para aqueles jovens e para muitos, inclusive aqueles que não o compreendiam.

Para a Canção Nova, para a Igreja e para todos nós, é um grande intercessor, porque viveu a intimidade com Nosso Senhor. Homem orante, de um trabalho santificado, em tudo viveu a inspiração de Deus. Deixou uma grande família, um grande exemplo de como viver na graça, fiel a Nosso Senhor Jesus Cristo.

Em 31 de janeiro de 1888, tendo se desgastado por amor a Deus e pela salvação das almas, ele partiu. Mas está conosco no seu testemunho e na sua intercessão.

São João Bosco, rogai por nós!
Em todo jovem mesmo no mais infeliz, há um ponto acessível ao bem e a primeira obrigação do educador é buscar esse ponto, essa corda sensível do coração, e tirar bom proveito”.
A prática desse sistema é toda apoiada sobre as palavras de São Paulo, que diz: A caridade é paciente, é benigna, tudo sofre, tudo espera e suporta qualquer incômodo”.
“Consideremos (nossos alunos) como filhos, pondo-nos a seu serviço, e não dominando”.
“Familiaridade com os jovens especialmente no recreio, sem familiaridade não se demonstra afeto, e sem essa demonstração não pode haver confiança. Quem quer ser amado deve demonstrar que ama. O mestre visto apenas na cátedra é mestre e nada mais, mas, se está no recreio com os jovens torna-se irmão…”
“Meus caros jovens, eu vos amo de todo coração, basta-me saber que sois jovens para que vos ame profundamente”.
“Essa querida juventude foi sempre terno objeto de minhas ocupações, dos meus estudos, do meu ministério sacerdotal e da nossa congregação”.
“Fiz tudo quanto soube e pude pelos jovens, que são o amor de toda minha vida”.
“Conseguir-se-á mais com um olhar de bondade com uma palavra animadora, que encha o coração de confiança, do que com muitas repreensões que só trazem inquietações e matam a espontaneidade”.
“Que os jovens não sejam amados, mas que eles próprios saibam que são amados…”
“Que, sendo amados nas coisas que lhe agradam, aprendam a ver o amor nas coisas que naturalmente pouco lhe agradam…
“O meu sistema? Simplicíssimo: deixar aos jovens plena liberdade de fazer o que mais lhe agrada. O problema é descobrir neles germes de boa disposição e procurar desenvolve-los”.
“Geralmente os professores tendem a ser comprazer como os alunos que se sobrassem nos estudos e na capacidade, e na explicação têm vista só esses…”
“Eu sou do parecer oposto. Creio que seja dever de todo professor olhar mais os mais fracos dar aula…”
“Basta que sejais jovens para que eu vos ame.”
“Nossa vida é um presente de Deus e o que fazemos dela é o nosso presente a Ele.”
“Deus nos colocou no mundo para os outros”
“Dai-me almas, ficai com o resto”
“Descansaremos no céu”
“Foi ela (Maria Auxiliadora) quem tudo fez”
“Quem confia em Maria jamais será iludido”.
“Amai esta vossa mãe celeste, recorrei a ela de coração”.
“Em todo perigo, invocai Maria; eu vos asseguro que sereis ouvidos”.
“Um sustentáculo grande para vós, uma arma poderosa contra as insídias do demônio tende, caros jovens, na devoção a Maria santíssima”.
“Maria foi verdadeiramente constituída por Deus auxílio dos cristãos”.
“Eu recomendo que diga todas as noites, antes de se deitar, três vezes a seguinte oração: querida mãe, virgem Maria, fazei que eu salve a minha alma”.
“Maria nos mantenha todos firmes e nos guie pelo caminho do céu”.
“Maria protege todos os seus devotos, em todas as necessidades, mas os protege especialmente na hora da morte”.
“Amai, honrai e servi a Maria”.
“Prometi a Deus que até meu último suspiro seria para os jovens.”
“O que somos é presente de Deus; no que nos transformamos é o nosso presente a Ele”
“Ganhai o coração dos jovens por meio do amor”
“A música dos jovens se escuta com o coração, não com os ouvidos.”
“Suporta de bom grado os defeitos alheios, se queres que os outros suportem os teus.”
“Tudo eu daria para ganhar o coração dos jovens e assim poder apresentá-los como presente ao Senhor.”
“Se queres fazer-te bom pratica apenas três coisas e tudo andará bem. Ei-las: alegria, estudo e piedade.”